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Comece pelo que precisa de atenção agora.

  1. Uma criança conversa com um profissional durante um atendimento.

    Entenda o que foi explicado.

    Peça que a equipe explique o diagnóstico e as necessidades de apoio com palavras claras. Anote o que ainda ficou em dúvida.

  2. Uma mulher e uma criança compartilham um momento de carinho.

    Escolha uma prioridade.

    Pode ser dormir melhor, lidar com uma situação no trabalho ou conseguir atendimento. Escolha com a pessoa autista, quando estiver apoiando alguém.

  3. Fachada de uma unidade pública de atendimento em Alagoas.

    Combine um próximo passo possível.

    Combine onde procurar apoio, o que levar e como acompanhar o próximo atendimento. Um passo por vez costuma ser mais fácil de organizar.

Quem pode ajudar meu filho?

O acompanhamento depende do que a criança precisa. A equipe pode ajudar a escolher os profissionais e combinar objetivos, sem exigir que toda criança faça todos os atendimentos.

Psiquiatra infantil

Pode avaliar ansiedade, irritabilidade intensa, comportamentos que causam lesão, alterações importantes do sono e condições como TDAH ou depressão. Também avalia se há necessidade de medicamentos.

Neuropediatra

Participa da avaliação do desenvolvimento e de situações como suspeita de epilepsia, perda de habilidades ou outras alterações neurológicas. Pode investigar condições associadas.

Psicólogo

Pode ajudar com emoções, ansiedade, situações que causam sofrimento, convivência e adaptação a mudanças. Também oferece orientação aos familiares.

Fonoaudiólogo

Avalia fala, linguagem, compreensão e formas de comunicação. Pode orientar Comunicação Aumentativa e Alternativa (CAA), com imagens, símbolos ou outros recursos, além de avaliar dificuldades de alimentação e deglutição.

Terapeuta ocupacional (TO)

Pode ajudar na participação em atividades como vestir-se, higiene e alimentação, além de dificuldades de coordenação fina e sensações que atrapalham a rotina.

Fisioterapeuta

Pode acompanhar dificuldades de equilíbrio, marcha, postura, movimentos amplos ou condições que afetam músculos e articulações.

Profissional de educação física

Orienta atividade física, participação em esportes, condicionamento e habilidades motoras, com adaptações quando necessárias.

Nutricionista

Pode ajudar quando há poucos alimentos aceitos, recusa alimentar, mudanças de peso, deficiências nutricionais ou outras necessidades alimentares. Considera as preferências sensoriais e as necessidades de nutrição da criança.

E musicoterapia, arteterapia e equoterapia?

Musicoterapia

Pode ser discutida como atividade complementar de expressão e participação por meio da música, conforme os interesses e os objetivos individuais.

Arteterapia

Pode oferecer experiências de expressão criativa, especialmente quando há interesse por atividades artísticas. A proposta é complementar e precisa ter objetivos claros.

Equoterapia

Pode ser considerada para objetivos específicos de movimento, postura e participação. Requer avaliação individual, condições de segurança e equipe habilitada.

Os benefícios e as limitações variam conforme a atividade e o objetivo. Converse sobre os objetivos, a segurança e as evidências de cada proposta. Essas atividades não substituem os apoios de saúde e educação de que a criança precisa.

Se você é uma pessoa autista adulta, procure profissionais que atendam sua faixa etária. Suas necessidades e escolhas também orientam o cuidado.

O que você pode levar para a consulta?

Preencher ficha para a consultaBaixar ficha em branco (PDF)

Deixe as informações fáceis de encontrar.

As exigências variam por serviço. Confirme o que é necessário antes de se deslocar.

O cuidado pode ser compartilhado.

Converse sobre o que cada pessoa pode fazer: acompanhar uma consulta, organizar um horário, ajudar com transporte ou oferecer uma pausa.

Fontes deste tema

Você pode consultar os documentos que ajudam a explicar este conteúdo.